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Daniela busca explicações sobre falta de refrigeradores nos postos de saúde de Dourados
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A vereadora Daniela Hall (PSD), preocupada com um possível surto da gripe Influenza A (H1N1 e H2N3) e influenza B em Dourados, encaminhou requerimentos à secretaria municipal de Saúde, questionando a divulgação da campanha de vacinação e o déficit de refrigeradores nos postos de saúde do município. 



No último mês, o assunto foi destaque na mídia nacional, por conta dos altos índices de hospitalização e morte nos EUA. De acordo com a vereadora, o boletim epidemiológico divulgado pela secretaria de Saúde de Goiânia, estado vizinho a Mato Grosso do Sul, consta que foram registrados 44 casos em estágio grave da doença e ainda a confirmação da quinta morte por H1N1 e uma por H3N2. O estado está em alerta por conta dos dados registrados nesses primeiros meses de 2018.



 “Não há motivo para pânico, mas vacinar-se será imprescindível neste ano, por isso, estou buscando informações da secretaria municipal de Saúde do nosso município, para que possamos divulgar o cronograma da campanha. Nossa intenção é imunizar o maior número de pessoas e, se possível, ultrapassar a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde. Com o surto da doença no estado vizinho, o cuidado em nossa cidade deve ser redobrado”, disse a vereadora Daniela Hall. 



A presidente da Casa de Leis, além de estar preocupada com a falta de doses, como lamentavelmente ocorreu em anos anteriores, busca informações a respeito da falta de refrigeradores nos postos de saúde do município. No início do mês de março, um requerimento foi encaminhado à prefeitura, questionando o déficit de refrigeradores. O documento foi respondido pela secretaria municipal de Governo, afirmando que os refrigeradores de quatro unidades básicas de saúde não estavam em pleno funcionamento, porém o atendimento estava sendo realizado através da utilização de caixas térmicas, não havendo necessidade do encaminhamento dos usuários a outras unidades.



“Em resposta, a secretária afirmou que a manutenção e o conserto seriam realizados em até 15 dias, mas visitando os postos de saúde do nosso município, notamos que muitas unidades ainda estão realizando atendimento precário e outras não estão realizando a vacinação. Dessa forma, encaminhei um novo requerimento, questionando também se existe área de isolamento destinado aos pacientes com suspeita do vírus, qual número de leitos e qual é o hospital de referência para o tratamento dos pacientes, caso haja um surto como em 2016”, afirmou Daniela. (


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